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O slogan "Viver com Aids é possível. Com o preconceito não". é o lema deste ano para o Dia Mundial de Luta Contra Aids. A ideia do Ministério da Saúde é mostrar a toda sociedade civil que quem vive com HIV/Aids pode trabalhar, estudar, praticar esportes, namorar, fazer sexo com camisinha, como todo mundo.
Criado em outubro de 1987 pela Organização das Nações Unidas (ONU), no Brasil a partir de 1988, o Dia Mundial de Luta comemorado nesta terça-feira (1º de dezembro), traz a cada ano um tema que cerca a doença. O deste ano é dizer não ao preconceito.
Mais do que um dia para lembrar a existência de milhares de infectados no mundo, a data serve para colocar em debate questões como transmissão, acesso gratuito aos medicamentos e prevenção, além de reforçar aspectos como solidariedade, tolerância, compaixão e compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV.
De acordo com a OMS, quase 34 milhões de pessoas no mundo são portadoras do HIV, sendo que 2,7 milhões de novas infeçcões ocorrem a cada ano. Embora os dados mundiais mostrem avanços, como a redução no número de infeçcões, a diminuição do número de crianças que nascem com o vírus, e o tratamento para mais de 4 milhões de pessoas, no Brasil, o dados ainda são preocupantes.
Por que o laço vermelho como símbolo?
O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a Aids. Seu projeto foi criado em 1991 pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de Nova York, que queria homenagear amigos e colegas mortos em decorrência da Aids.
O adereço foi escolhido pela sua associação ao sangue e a ideia de paixão e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos da Guerra do Golfo. O símbolo foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991.
Fonte:UOL
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