| DEPOIS DA LEI ANTIFUMO, InCor divulga pesquisa sobre impactos da lei em SP |
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| Escrito por Claudi |
| Qua, 09 de Dezembro de 2009 14:48 |
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A pesquisa realizada pelo InCor (Instituto do Coração) do Hospital das Clínicas de São Paulo e divulgada nesta quarta-feira (9) por release à imprensa,aponta que, a lei antifumo, em vigor desde agosto no Estado de São Paulo , traz benefícios aos fumantes e aos não fumantes. A pesquisa do InCor utilizou o monóxido de carbono como indicador de redução de risco de exposição ambiental à fumaça do cigarro. Os resultados apontaram que o ar expelido por garçons fumantes, que apresentou nível médio de monóxido de carbono de 14 ppm (partes por milhão) antes da vigência da lei, passou para 9 ppm, o que representa redução de 35,7%. No caso dos garçons que não fumam, o impacto positivo foi ainda maior, passando de um índice de 7 ppm (equivalente ao de fumantes leves) para 3 ppm (nível de não fumante). Foram realizadas medições em 715 estabelecimentos da capital paulista, entre bares, restaurantes e casas noturnas, em dois momentos: antes de a lei entrar em vigor e novamente após três meses do início da restrição ao fumo como fora imposto pela bendita e já tardia lei, efetuando a pesquisa para avaliar as concentrações do poluente oriundo dos cigarros e seus similares quando fumaçando no ar dos ambientes, causando efeitos maléficos em garçons fumantes e em não-fumantes. A medição para verificar a poluição ambiental pelo uso do tabaco e seus derivados mostrou que o nível médio de monóxido de carbono nos estabelecimentos caiu de 5 ppm para apenas 1 ppm. Em ambientes parcialmente fechados e abertos, a medição apontou níveis médios de 4 ppm e 3 ppm, respectivamente, antes de a lei entrar em vigor. Depois, os mesmos locais apresentaram média de 1 ppm de monóxido de carbono no ambiente. O monóxido de carbono concorre com o oxigênio no organismo humano. Quanto menor a oxigenação do sangue, maior a oxidação do organismo, condição que acelera o envelhecimento do endotélio, camada de células formadoras da parede de vasos e artérias do corpo humano. Isto pode acarretar aterosclerose e sua evolução leva à ocorrência de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral, além de trombose. Artigos mais atuais:
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Estudo avaliou condição do ar em mais de 700 locais da capital, antes e depois da certíssima lei.



